domingo, 28 de agosto de 2016

Então, né...

Oi, gente!
Tudo bom com vocês?
*Olha para os lados* Alguém ainda visita o blog? -q
Me desculpeeeem ;A;
Então, né....
Eu ando ocupada. Muito ocupada. Tipo... Very ocupada.
É trabalho, é faculdade, é as correrias do dia a dia. Fora os dias que bate aquele desânimo da desgraça que eu fico com preguiça até de respirar. -q Pois é. -q

Eu tenho enfrentado umas coisas bem tensas na minha vida ultimamente, aos poucos eu estou colocando as coisas nos eixos e logo tudo parece voltar aos trilhos.
Me desculpem mesmo pela falta de atividade aqui no blog (E até mesmo na página do facebook, sem falar que meu mouse quebrou e tá um óh pra editar as coisas pelo note -já que o touch dele tá um lixo- pois é....), prometo que vou tentar me esforçar mais para trazer mais conteúdo aqui para vocês, okay?

E agradeço ao meu big broh por trazer conteúdo pra cá!
Bem... É isso.
Bye~

Os 5 Consoles Que Mais Deram Dor de Cabeça Nas Produtoras

Okay. Produzir um game do jeito que sonhávamos quando eramos criança está completamente fora de cogitação. Hoje é possível perceber que a produção dos jogos eletrônicos, tanto os antigos quanto os mais novos, é incrivelmente complexa e trabalhosa. Existem equipes de dezenas de pessoas na criação de games simples e robustos. Mas os programadores que compõem essa indústria já se viram em maus lençóis quando as gigantes da área decidiram lançar hardwares complicados e praticamente indecifráveis. Por isso, decidi listar aqui os cinco dos consoles que foram considerados os piores para a criação de games e afins. 

A ordem da lista não está necessariamente na ordem de complexidade do aparelho, afinal, eu não entendo nada dessa área. Vou me basear apenas nas minhas pesquisas e leituras que faço de vez em quando sobre a história dos videogames.

05. Playstation 3

Você pode se assustar, já que o aparelho conseguiu ter bons games e alcançar uma boa popularidade durante esses últimos anos, mas a verdade é que a Sony quase dançou no lançamento do Playstation 3. Quem lembra dos anos de 2005 e 2006, deve-se recordar que o console não recebia títulos expressivos e as vendas não eram lá aquelas coisas. O fato é que a confiança da Sony, gerada pelo bem sucedido Playstation 2, fez com que a empresa lançasse o Playstation 3 no mercado sem suporte adequado e com o minimo de apoio das desenvolvedoras. Resultado: para época, o console era complicado demais. A arquitetura do Playstation 3 era um bicho de sete cabeças que só iria tornar-se mais amigável cerca de três anos depois, com a popularização de títulos first-party (produzidos pela própria Sony) e da tão cultuada Playstation Network.

04. Nintendo GameCube
Apesar de ter tido excelentes e memoráveis títulos, o Nintendo GameCube desfrutou de uma baixa popularidade por apenas um motivo: a mídia dos games. O hardware em si não era complicado, mas o que limitou completamente os sonhos do GameCube se tornar um console comercialmente bem sucedido foi a utilização das mídias exclusivas do aparelho, vulgo mini-DVD, que impedia games com um tamanho superior a 1,2 giga. Um tremendo absurdo já que a concorrência podia tocar DVDs e utilizar um tamanho nada modesto de cerca de 4,7 gigas. Os games próprios da Nintendo até que não sofreram com isso, mas as produtoras não gostavam da ideia, já que quando faziam um título multiplataforma teriam de lançar mais de dois discos para o Cubo, encarecendo assim a produção. E é com toda a certeza do mundo que eu posso dizer que se a Nintendo não tivesse optado por esse tipo de mídia, a briga com o Playstation 2 seria mais justa. Mas a tentativa de burlar a pirataria e não pagar uma grana para Sony, já que os direitos da mídia em DVD pertence à ela, foi o meio que a empresa achou mais correto de disputar a sexta geração de consoles.

03. Nintendo 64

Opa! Mais um console da Nintendo na lista? Qual será o problema dessa vez? Se você falou a mídia mais uma vez, você acertou. O Nintendo 64 foi um excelente console. Disso ninguém tem dúvida. Mas quem o teve sabe o quanto era difícil ter que jogar Super Mario 64 enquanto os outros estavam degustando o maravilhoso Final Fantasy VII, no Playstation. E isso aconteceu por culpa dos famosos e icônicos cartuchos. De tão pequenos em memória, eles não podiam aguentar a mesma capacidade que a mídia em CD trazia. A aposta foi arriscada e talvez nem tão absurda quanto a do GameCube, mas para as produtoras produzirem os cartuchos do N64 chegava a ser 5x mais caro do que investir em um lançamento no console da Sony, que utilizava a tecnologia de discos. O resultado, nós já conhecemos: o N64 teve uma biblioteca boa, mas extremamente limitada se comparamos com os outros consoles anteriores da Big N e os da concorrência. Assistir as amadas e idolatradas cutscenes, que ocupavam um tamanho absurdo de memória, era uma das coisas impossíveis no quarto console da casa do Mario.

02. Atari Jaguar
Okay. Talvez você não o conheça justamente por esse motivo. O Atari Jaguar foi a última aposta da Atari no mercado de games, no longínquo ano de 1994, época em que a mídia em CD já não era uma realidade distante. E assim como a Nintendo, a Atari optou por um aparelho robusto, à frente de seu tempo, mas que trazia consigo as marcas da quarta geração de consoles: os cartuchos. Mesmo tentando corrigir o erro com um periférico que lia CDs, o Atari Jaguar era complexo demais para os programadores que, na época, fugiam do aparelho como o diabo foge da cruz. Sem o suporte da própria Atari, o Jaguar acabou levando o seu nome a sério demais e, assim como o felino, parecia ser algo indomável tanto para os programadores quanto para os jogadores. Quer um exemplo? Repare no controle pouco prático do console. Parece um teclado para se fazer ligações... A Atari se gabava das especificações técnicas do aparelho, já que ele era o mais potente até então. Mas pelo que estamos cansados de ver: um console robusto não é garantia de sucesso se você não tem uma biblioteca de respeito. E é com o Jaguar que a Atari finalmente terminou de afundar de maneira pobre e medíocre.

01. SEGA Saturn
Realmente eu não sei mesmo se é nesse grau, mas o SEGA Saturn é lembrado não só por ser um dos principais responsáveis pela saída da SEGA do mercado de consoles, mas também por sua complexidade na hora de produzir games. E a história do aparelho mostra bem de onde veio toda essa peculiaridade: em meados da década de 90, a SEGA corria contra o tempo para lançar um aparelho em CD, já que seus periféricos esquisitos para o Mega Drive haviam falhado miseravelmente para o propósito no qual eles haviam sido feitos. Na busca incessante pelo primeiro lugar, a SEGA não tinha mais forças para fazer com que o Mega Drive passasse o Super Nintendo em número de vendas e, ao invés, de investir em mais marketing ou turbinar ainda mais a biblioteca de software do console, a SEGA achou que se lançasse um aparelho mais potente primeiro que a Nintendo, assim como fez com o Mega, teria uma fatia de mercado que talvez a Big N não conseguiria recuperar quando lançasse seu próximo console. O que a empresa do Sonic não contava era com a novata Sony, um bicho selvagem criado por ela mesmo e pela Nintendo no começo da década de 90. O hardware do Saturn já estava pronto para enfrentar e ser infinitamente superior que o Super Nintendo, mas o Playstation era ainda melhor que os dois. Resultado: a SEGA redesenhou a arquitetura do hardware com uma penca de processadores e outras inutilidades para deixar o Saturn mais poderoso que o Playstation. Ela conseguiu? Sim, mas o problema é que os programadores não sabiam o que fazer com aquele tijolo que era claramente fruto de uma gambiarra. No final, a SEGA ainda se extrapolou com o lançamento do Saturn e não conseguiu enviar um kit de desenvolvimento aceitável para as produtoras que viam no console da Sony uma opção mais barata de desenvolver, já que o Playstation era bem mais simples e amigável quando o assunto era por a mão na massa.

Você teve algum deles? Conte-nos no comentário e prove que complexidade de hardware não significa falta de diversão na hora de jogar!

domingo, 3 de julho de 2016

[Desenhos] Tirando a poeira do blog...

Meu Deus... A última postagem foi de abril. (Eu tô me superando no requisito de demora nas postagens -q).
Mas enfim, e aí galera. Como vocês estão?
Ainda tem gente ai? -q

Bom! Vamos para os desenhos!
A maioria são dos meus OCs :')

Bom, por hora são só esses.
Agora eu estou de férias! E vou tentar aproveitá-las ao máximo para conseguir trazer conteúdo para o blog ;u;

quarta-feira, 20 de abril de 2016

[Desenhos] Fanarts, OCs e pequenas mudanças :v

Olá pessoas lindas!
Como estão? E como de praxe, cá estou eu tirando as teias de aranha do blog. :')
Bom, trago para vocês alguns desenhos que eu andei fazendo. =D

Então vamos lá!
Qualquer coisa, abram a imagem em outra guia ou apenas cliquem para ampliar '3'/

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Paperchild!

Paper Child -  small Warriors by AryelYuuki
[Clique para ampliar]

Isso, gente, é quando uma pessoa fica no tédio e não tem o que fazer. -q Se bem que foi bacana usar os brinquedos do meu primo aheoaheo
*Sim. Estou postando coisas antigas, porque... Sim. -q*


domingo, 14 de fevereiro de 2016

[Desenho] Anjo

Se tem uma coisa que eu curto muito desenhar, e ver qualquer coisa relacionada, são anjos. Porque, poxa vida! Anjos são demais!!
Daí resolvi fazer um. Detalhe: O desenho eu demorei tipo, meses pra finalizar. Sempre que eu ia tentar finalizar ele eu perdia a vontade -q
As imagens com marca d'água eu estou pegando do meu DeavianArt. :)

Segue o desenho abaixo:
WIP - Angel by AryelYuuki

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

FanArts!

Eu tenho a página do Blog no face e esqueço de postar as coisas no blog. -q

Abrindo com chave de ouro tem esse desenho do lindo do Réu em comemoração aos nossos 3 anos de amizade no face, ele fez baseado em uma fanart que eu fiz pra ele um bom tempo atrás. Não ficou a coisinha mais fofa desse mundo? E com o talento do Réu o desenho ficou demais!!
O meu está por vir, hein?!

Abaixo segue essa FanArt incrível que a Joyce fez da minha OC do terror aheoaheo a Circe. E olha que até então eu só tinha desenhado a Circe em cartoon haha
(Mais desenhos da Circe vocês encontram aqui)
E a fanart diva da Joyce:

Em seguida temos essa FanArt do "Trio Fabuloso"(A Camy, a Joyce e eu '3'/) que a linda da Camy fez:

Eu creio que são apenas essas, eu preciso me organizar haha
Se tu tiver uma FanArt e eu tenha esquecido ou ainda não visto, comenta aqui ou na página que eu coloco! '3'/ (Sou meio desatenta e muito esquecida... Na maioria das vezes -q)

[Desenhos + Novidades(?)] Cosplayando The Legend of Zelda!

Olá, pessoas divas! Tudo bem?
*Leva pedradas*
Geeeeeeeeeeete! Desculpa mesmo pelo blog estar paradão D:
Não é nem a falta de tempo (Porque eu tive de sobra nas férias e vejam só... As aulas já voltaram e eu não fiz porcaria nenhuma -q), mas sei lá, acho que nem "art block" define. Tipo, eu estou com a minha pasta cheia de desenhos e tiras inacabadas -q É eu sei, eu mereço levar um tapa. -qq
Mas me bate um desânimo e uma preguiça... Não tô mais com a mesma empolgação pra desenhar como antes, mas lógico que vira e mexe eu sempre tento pegar no lápis pra não enferrujar. Mas sabe como é... Tá difícil -q
Mas eu vou me esforçar e criar vergonha na cara.

Sobre as novidades... Deixe-me ver.
  • Como podem ver o blog tá de cara nova, e ainda vou ter que arrumar umas coisas :v
  • Meu irmão entrou para a equipe :')
  • Tô aceitando sugestões de matérias para o blog, inclusive de um novo mascote para fazer dupla com a Yuukizinha :>
  • Ah, não sei se conta. Mas bom... É uma novidade, né? Eu tô ruiva :v

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

E vamos entrando no clima de Natal!

Yei! Olá pessoas, como vocês estão?
É, é. Eu não morri ainda aheoaheo
Tô tentando dar uma ajeitada no blog fazendo umas mudanças loucas aí porque eu cismei. -q

Enfim, pra deixar o clima de natal NÃO passar batido. Fiquem com esse desenho que eu fiz no maior estilo natalino contando com a presença mais que especial dos ameguenhos blogueiros!

[Para ver em uma qualidade melhor clique aqui]
Na ordem:
Joyce 
Eu \u3u
Helder 
Camy banner AC
 With 

Desde já eu desejo a todos os leitores, visitantes e parceiros um Feliz Natal e Próspero Ano Novo! '3'/

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Cultura Pop e Outras Coisas Mais com Helder Nascimento #01 - Final Fantasy I


Ah... Uma coisa na qual eu sempre sonhei é ter o meu nome em alguma coluna de um outro Blog ou revista que não fossem criados por mim. E esse sonho acaba de se realizar. Parece bobo. E eu também acho que é. Mas para um sujeito que escreve artigos na internet desde 2010 e sonha em se tornar um jornalista de respeito, essa pequena conquista não deixa de ser um passo considerável na longa jornada de se tornar o dono do Omelete. Háhá! Brincadeiras a parte, quero me apresentar antes de tudo.

Pra quem não me conhece ou simplesmente não lembra de mim, meu nome é Helder Nascimento, dono do PIXEL POP, blog especializado em cultura pop geral. E é com grande orgulho que quero trazer a mesma proposta do meu humilde recanto aqui para o Coisinhas de Otaku. Assim como a Yuu-Chan aborda cultura pop japonesa, vou tentar trazer pra vocês um pouco mais da cultura pop americana que abrange filmes, games e até músicas e seriados. E é claro, não vamos esquecer da cultura pop brasileira que é tão divertida quanto a americana e merece ser apreciada e divulgada por todos nós.

Como mascote da sessão, eu escolhi um sátiro. Que convenhamos, é um dos personagens mitológicos mais estilosos que existe. Eu não fiz o desenho, encontrei no Deviantart e gostaria muito de dar os crédito aos autor, mas estou com preguiça de procurar, portanto, se o senhor aparecer por aqui e quiser receber o que é seu por direito, é só me criticar e ameaçar processo nos comentários que eu dou um jeito rapidinho.


Bom, pra iniciar nossa primeira postagem, que tal falarmos de Final Fantasy I? Sim, o game é emblemático e pouco conhecido, portanto, uma peça rara na coleção daqueles que curtem a série Final Fantasy de forma casual (ou seja: aqueles que só jogaram o VII). Então, está na hora de você desenterrar o seu Nintendinho lá do quintal, de baixo da casa do cachorro, e se preparar para uma aventura intimista, divertida e super viciante.