quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Conheça Aero Fighters, um Dos Games Mais Desafiadores de Todos os Tempos!


Depois de jogar Aero Fighters, descobri que existem duas certezas nessa vida: a primeira eu tinha ciência antes de conhecer o game, todos nós vamos morrer algum dia; a segunda é que concluir todas as missões sem o auxílio de um emulador é uma tarefa praticamente impossível.

Bom, pra quem não conhece, Aero Fighers, ou Sonic Wings, como ficou conhecido no Japão, é um shoot 'em up de Super Nintendo daqueles bem tradicionais, ou seja, estamos diante de um game de nave onde o seu único objetivo é destruir tudo o se mexe na tela para que você chegue no final da fase apto a destruir o terrível chefão que em sua maioria são robôs ou outras naves colossais.

Como o game é um port de fliperama, a dificuldade chega a ser absurda e até desumana. Mesmo que o game ofereça a opção de diminuir o nível, dar mais vidas e continues ao jogador, ainda assim é  quase impossível completar as 7 fases que o título oferece sem ter de repeti-las várias e várias vezes. Eu, por exemplo, fechei utilizando as trapaças do bom e velho emulador (risos).

Mas, apesar de tudo, Aero Figthers é um título que eu considero essencial, principalmente pra quem gosta de jogos desse estilo, sendo que o capricho dos detalhes e a excelente jogabilidade são o principal fator que acaba o destacando dos outros nomes do gênero que foram lançados durante esse período, a década de 90.

Escolha entre pilotos que representam os Estados Unidos, o Japão, a Suécia (?) ou o Reino Unido e saia em missões defendendo a Terra do ataque de alienígenas.

E não pense que esses pilotos são personagens decorativos ou estão lá só para cumprir seu papel de patriota. Cada um possui habilidades e características que podem fazer toda a diferença na hora do gameplay, como uns terem um tiro mais forte e serem mais rápidos. Há também a diferença entre especiais que cada piloto tem, alguns podendo causar certa evasão de ataques de inimigos em momentos bem oportunos.

Durante as fases, os aviões começam com o tiro básico, mas você pode pegar pequenos balões que conferem um upgrade extremamente valioso para a conclusão do estágio. Sem contar daqueles que te possibilitam soltar o especial, que faz toda a diferença na hora de enfrentar os chefões. Fora esses balões, durante as missões, conforme você vai destruindo algumas partes do cenário vão aparecendo um dinheiro que quando coletado garante bônus ao score do jogador. Com 200.000 pontos você ganha uma vida.


Aero Fighters é um jogo incrível e super nostálgico. O maior defeito do título talvez seja uma de suas características mais marcantes: a dificuldade. Se você não se importa em passar momentos de raiva e desespero em games desse estilo, tente ver até onde você consegue chegar nesse maravilhoso shoot 'em up perdido no tempo.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Os 5 Acessórios Indispensáveis do DreamCast

Quem teve um Dreamcast sabe o quanto o console é fenomenal em todos os seus aspectos. Os gráficos, a jogabilidade e os ports de arcade eram perfeitos em toda a sua estrutura. Foi um acerto de uma empresa que há anos estava insistindo em um erro, lê-se Saturn, que foi grande o responsável por deixá-la no negativo durante um longo período, custando o desempenho daquilo que ela melhor sabia fazer: jogos.

A história do projeto Katana, codinome do DreamCast, é triste. Principalmente, pra quem era apaixonado por franquias como SonicCrazy TaxiJet Set Radio e tantos outros títulos que fizeram do último aparelho da Sega algo para ser relembrando sempre que possível. Pensando nisso, escolhi 5 acessórios que fizeram do console uma experiência carismática e completamente única. 

05. Volante (Racing Controller)
Para um colecionador, jogar um game de corrida no naipe de Sega Rally 2 sem desfrutar de todo o luxo e conforto que um volante da Sega pode oferecer está fora de questão. O único problema é que o Racing Controller não é tão sensacional quanto aparenta. Ele é grande, bonito e realmente faz parecer que você possui um fliperama dentro de casa, mas quem teve a oportunidade de testar um sabe que o Arcade Racer, do Sega Saturn, é infinitamente melhor. Por isso se você faz questão de ter um acessório desse estilo, é bom investir em outras marcas, porque nesse periférico a Sega deixou um pouco a desejar...

04. Vara de Pescar (Fishing Controller)
Okay. Quem teve um DreamCast e nunca viu o seu pai ou seu tio tentando a sorte com Sega Bass Fishing não sabe o que realmente é passar vergonha. Principalmente se você tiver a vara de pescar que serve para dar maior imersão a campanha do game que prova mais uma vez o quão perfeito são os ports de arcade do DreamCast. O jogo em si não é sensacional, mas, pra quem é fã da história dos videogames, experimentar o Fishing Controller é uma das coisas que todo sujeito deveria fazer, afinal, estamos diante daquele que foi o precursor do Wii Remote e de todos os outros dispositivos com essa pegada mais casual. Compatível com 7 jogos, incluindo o Virtua Tennis (?), a vara de pescar da Sega não é um acessório obrigatório, mas é um item indispensável para quem coleciona videogames e é apaixonado pelo DreamCast.

03. Pistola (Dreamcast Gun)
A pistola do DreamCast foi lançada exclusivamente no Japão e na Europa. A Sega teve problemas em lança-la em território americano devido a maluquice de garotos que sofriam bullying na infância e voltavam na escola para matar os outros... É, você sabe como é a nossa sociedade... De qualquer jeito, uma pistola não oficial, da MadCatz, chegou a ser lançada nos Estados Unidos algum tempo depois, mas vamos deixar na terceira colocação a pistola original já que, devido a sua raridade, acabou se tornando um objeto de desejo para quem gosta de colecionar tralha de videogame, além de ter sido muito bem avaliada devido a sua qualidade e precisão na hora de dar uns tiros em games como House Of the Dead 2 e... e... hã... o Virtua Cop 2...

02. Controle de Fliperama (Arcade Stick)
Se você citar 10 dos melhores títulos do DreamCast, tenho certeza que 7 deles serão games de luta. E como já sabemos, a maioria são ports de arcade que receberam excelentes versões graças a arquitetura do console ter sido baseada na potente placa Sega Naomi, muito popular no começo dos anos 2000. E já que temos um fliperama em casa, nada melhor que usar o Arcade Stick, oficial da Sega, para degustar excelentes games como Soul CaliburStreet Fighter III e Virtua Fighter 3tb. Eu não consegui encontrar um desses para vender por aqui porque é muito raro fora do Japão, mas pelo que vi do pessoal que possui o acessório e comentou na internet em vídeos e reviews, o Arcade Stick se consagra como um dos periféricos mais obrigatórios do DreamCast.

01. VMU / Rumble Pack

Meu amigo, se você tem um DreamCast sem VMU ele praticamente não tem muita serventia. Primeiro porque você não pode salvar os seu progresso já que ele é um memory card; segundo porque você não terá acesso a umas ideias mais bacanas empregadas em um acessório desse estilo: a interação. Com o VMU, você pode jogar mini-games, ver a hora, gerenciar seus saves e trocar dados com outro VMU. Isso é muito simples hoje em dia, mas em 1998 era uma sacada tão inteligente que nem mesmo a gigante Sony aguentou e lançou no mercado uma cópia descarada chamada PocketStation... A importância e influência do VMU é tanta, que posso dizer claramente que o mesmo pode ser considerado um dos vanguardistas responsáveis pelas duas telas de aparelhos como o DS, o Wii U e até mesmo a interação entre Playstation Vita e Playstation 4. É claro que tudo evoluiu de maneira quase irreconhecível, mas todos as ideias desses aparelhos citados trazem o DNA do VMU em si. 

Obs: o Rumble Pack, apesar de não considerarem tão importante, acho ele um acessório meio que obrigatório da era 128bit, por isso os dois merecem estar ocupando os dois slots do seu controle de DreamCast. Okay, dudes?

Menções honrosas:

Em tempos que o DreamCast não possui todas as funcionalidades de sua época de lançamento é interessante investir em poucos acessórios. Mas se estivéssemos no final da década de 90 ainda seria legal gastarmos com microfones, mouses, teclados, karaokês e até uma câmera ao estilo da EyeToy, do Playstation 2. Se você tiver uma dinheirinho sobrando, quero dizer bastante dinheiro sobrando tente procurar as maracas do clássico game musical Samba de Amigo. É... chacoalhar maracas é mais divertido do que você pensa...


domingo, 28 de agosto de 2016

Então, né...

Oi, gente!
Tudo bom com vocês?
*Olha para os lados* Alguém ainda visita o blog? -q
Me desculpeeeem ;A;
Então, né....
Eu ando ocupada. Muito ocupada. Tipo... Very ocupada.
É trabalho, é faculdade, é as correrias do dia a dia. Fora os dias que bate aquele desânimo da desgraça que eu fico com preguiça até de respirar. -q Pois é. -q

Eu tenho enfrentado umas coisas bem tensas na minha vida ultimamente, aos poucos eu estou colocando as coisas nos eixos e logo tudo parece voltar aos trilhos.
Me desculpem mesmo pela falta de atividade aqui no blog (E até mesmo na página do facebook, sem falar que meu mouse quebrou e tá um óh pra editar as coisas pelo note -já que o touch dele tá um lixo- pois é....), prometo que vou tentar me esforçar mais para trazer mais conteúdo aqui para vocês, okay?

E agradeço ao meu big broh por trazer conteúdo pra cá!
Bem... É isso.
Bye~

Os 5 Consoles Que Mais Deram Dor de Cabeça Nas Produtoras

Okay. Produzir um game do jeito que sonhávamos quando eramos criança está completamente fora de cogitação. Hoje é possível perceber que a produção dos jogos eletrônicos, tanto os antigos quanto os mais novos, é incrivelmente complexa e trabalhosa. Existem equipes de dezenas de pessoas na criação de games simples e robustos. Mas os programadores que compõem essa indústria já se viram em maus lençóis quando as gigantes da área decidiram lançar hardwares complicados e praticamente indecifráveis. Por isso, decidi listar aqui os cinco dos consoles que foram considerados os piores para a criação de games e afins. 

A ordem da lista não está necessariamente na ordem de complexidade do aparelho, afinal, eu não entendo nada dessa área. Vou me basear apenas nas minhas pesquisas e leituras que faço de vez em quando sobre a história dos videogames.

05. Playstation 3

Você pode se assustar, já que o aparelho conseguiu ter bons games e alcançar uma boa popularidade durante esses últimos anos, mas a verdade é que a Sony quase dançou no lançamento do Playstation 3. Quem lembra dos anos de 2005 e 2006, deve-se recordar que o console não recebia títulos expressivos e as vendas não eram lá aquelas coisas. O fato é que a confiança da Sony, gerada pelo bem sucedido Playstation 2, fez com que a empresa lançasse o Playstation 3 no mercado sem suporte adequado e com o minimo de apoio das desenvolvedoras. Resultado: para época, o console era complicado demais. A arquitetura do Playstation 3 era um bicho de sete cabeças que só iria tornar-se mais amigável cerca de três anos depois, com a popularização de títulos first-party (produzidos pela própria Sony) e da tão cultuada Playstation Network.

04. Nintendo GameCube
Apesar de ter tido excelentes e memoráveis títulos, o Nintendo GameCube desfrutou de uma baixa popularidade por apenas um motivo: a mídia dos games. O hardware em si não era complicado, mas o que limitou completamente os sonhos do GameCube se tornar um console comercialmente bem sucedido foi a utilização das mídias exclusivas do aparelho, vulgo mini-DVD, que impedia games com um tamanho superior a 1,2 giga. Um tremendo absurdo já que a concorrência podia tocar DVDs e utilizar um tamanho nada modesto de cerca de 4,7 gigas. Os games próprios da Nintendo até que não sofreram com isso, mas as produtoras não gostavam da ideia, já que quando faziam um título multiplataforma teriam de lançar mais de dois discos para o Cubo, encarecendo assim a produção. E é com toda a certeza do mundo que eu posso dizer que se a Nintendo não tivesse optado por esse tipo de mídia, a briga com o Playstation 2 seria mais justa. Mas a tentativa de burlar a pirataria e não pagar uma grana para Sony, já que os direitos da mídia em DVD pertence à ela, foi o meio que a empresa achou mais correto de disputar a sexta geração de consoles.

03. Nintendo 64

Opa! Mais um console da Nintendo na lista? Qual será o problema dessa vez? Se você falou a mídia mais uma vez, você acertou. O Nintendo 64 foi um excelente console. Disso ninguém tem dúvida. Mas quem o teve sabe o quanto era difícil ter que jogar Super Mario 64 enquanto os outros estavam degustando o maravilhoso Final Fantasy VII, no Playstation. E isso aconteceu por culpa dos famosos e icônicos cartuchos. De tão pequenos em memória, eles não podiam aguentar a mesma capacidade que a mídia em CD trazia. A aposta foi arriscada e talvez nem tão absurda quanto a do GameCube, mas para as produtoras produzirem os cartuchos do N64 chegava a ser 5x mais caro do que investir em um lançamento no console da Sony, que utilizava a tecnologia de discos. O resultado, nós já conhecemos: o N64 teve uma biblioteca boa, mas extremamente limitada se comparamos com os outros consoles anteriores da Big N e os da concorrência. Assistir as amadas e idolatradas cutscenes, que ocupavam um tamanho absurdo de memória, era uma das coisas impossíveis no quarto console da casa do Mario.

02. Atari Jaguar
Okay. Talvez você não o conheça justamente por esse motivo. O Atari Jaguar foi a última aposta da Atari no mercado de games, no longínquo ano de 1994, época em que a mídia em CD já não era uma realidade distante. E assim como a Nintendo, a Atari optou por um aparelho robusto, à frente de seu tempo, mas que trazia consigo as marcas da quarta geração de consoles: os cartuchos. Mesmo tentando corrigir o erro com um periférico que lia CDs, o Atari Jaguar era complexo demais para os programadores que, na época, fugiam do aparelho como o diabo foge da cruz. Sem o suporte da própria Atari, o Jaguar acabou levando o seu nome a sério demais e, assim como o felino, parecia ser algo indomável tanto para os programadores quanto para os jogadores. Quer um exemplo? Repare no controle pouco prático do console. Parece um teclado para se fazer ligações... A Atari se gabava das especificações técnicas do aparelho, já que ele era o mais potente até então. Mas pelo que estamos cansados de ver: um console robusto não é garantia de sucesso se você não tem uma biblioteca de respeito. E é com o Jaguar que a Atari finalmente terminou de afundar de maneira pobre e medíocre.

01. SEGA Saturn
Realmente eu não sei mesmo se é nesse grau, mas o SEGA Saturn é lembrado não só por ser um dos principais responsáveis pela saída da SEGA do mercado de consoles, mas também por sua complexidade na hora de produzir games. E a história do aparelho mostra bem de onde veio toda essa peculiaridade: em meados da década de 90, a SEGA corria contra o tempo para lançar um aparelho em CD, já que seus periféricos esquisitos para o Mega Drive haviam falhado miseravelmente para o propósito no qual eles haviam sido feitos. Na busca incessante pelo primeiro lugar, a SEGA não tinha mais forças para fazer com que o Mega Drive passasse o Super Nintendo em número de vendas e, ao invés, de investir em mais marketing ou turbinar ainda mais a biblioteca de software do console, a SEGA achou que se lançasse um aparelho mais potente primeiro que a Nintendo, assim como fez com o Mega, teria uma fatia de mercado que talvez a Big N não conseguisse recuperar quando lançasse seu próximo console. O que a empresa do Sonic não contava era com a novata Sony, um bicho selvagem criado por ela mesmo e pela Nintendo no começo da década de 90. O hardware do Saturn já estava pronto para enfrentar e ser infinitamente superior que o Super Nintendo, mas o Playstation era ainda melhor que os dois. Resultado: a SEGA redesenhou a arquitetura do hardware com uma penca de processadores e outras inutilidades para deixar o Saturn mais poderoso que o Playstation. Ela conseguiu? Sim, mas o problema é que os programadores não sabiam o que fazer com aquele tijolo que era claramente fruto de uma gambiarra. No final, a SEGA ainda se extrapolou com o lançamento e não conseguiu enviar um kit de desenvolvimento aceitável para as produtoras que viam no console da Sony uma opção mais barata de desenvolver, já que o Playstation era bem mais simples e amigável quando o assunto era por a mão na massa.

E você aí, já teve alguma dessas belezinhas acima? Conte-nos no comentário e prove que complexidade de hardware não significa falta de diversão na hora de jogar!

domingo, 3 de julho de 2016

[Desenhos] Tirando a poeira do blog...

Meu Deus... A última postagem foi de abril. (Eu tô me superando no requisito de demora nas postagens -q).
Mas enfim, e aí galera. Como vocês estão?
Ainda tem gente ai? -q

Bom! Vamos para os desenhos!
A maioria são dos meus OCs :')

Bom, por hora são só esses.
Agora eu estou de férias! E vou tentar aproveitá-las ao máximo para conseguir trazer conteúdo para o blog ;u;

quarta-feira, 20 de abril de 2016

[Desenhos] Fanarts, OCs e pequenas mudanças :v

Olá pessoas lindas!
Como estão? E como de praxe, cá estou eu tirando as teias de aranha do blog. :')
Bom, trago para vocês alguns desenhos que eu andei fazendo. =D

Então vamos lá!
Qualquer coisa, abram a imagem em outra guia ou apenas cliquem para ampliar '3'/

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Paperchild!

Paper Child -  small Warriors by AryelYuuki
[Clique para ampliar]

Isso, gente, é quando uma pessoa fica no tédio e não tem o que fazer. -q Se bem que foi bacana usar os brinquedos do meu primo aheoaheo
*Sim. Estou postando coisas antigas, porque... Sim. -q*


domingo, 14 de fevereiro de 2016

[Desenho] Anjo

Se tem uma coisa que eu curto muito desenhar, e ver qualquer coisa relacionada, são anjos. Porque, poxa vida! Anjos são demais!!
Daí resolvi fazer um. Detalhe: O desenho eu demorei tipo, meses pra finalizar. Sempre que eu ia tentar finalizar ele eu perdia a vontade -q
As imagens com marca d'água eu estou pegando do meu DeavianArt. :)

Segue o desenho abaixo:
WIP - Angel by AryelYuuki

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

FanArts!

Eu tenho a página do Blog no face e esqueço de postar as coisas no blog. -q

Abrindo com chave de ouro tem esse desenho do lindo do Réu em comemoração aos nossos 3 anos de amizade no face, ele fez baseado em uma fanart que eu fiz pra ele um bom tempo atrás. Não ficou a coisinha mais fofa desse mundo? E com o talento do Réu o desenho ficou demais!!
O meu está por vir, hein?!

Abaixo segue essa FanArt incrível que a Joyce fez da minha OC do terror aheoaheo a Circe. E olha que até então eu só tinha desenhado a Circe em cartoon haha
(Mais desenhos da Circe vocês encontram aqui)
E a fanart diva da Joyce:

Em seguida temos essa FanArt do "Trio Fabuloso"(A Camy, a Joyce e eu '3'/) que a linda da Camy fez:

Eu creio que são apenas essas, eu preciso me organizar haha
Se tu tiver uma FanArt e eu tenha esquecido ou ainda não visto, comenta aqui ou na página que eu coloco! '3'/ (Sou meio desatenta e muito esquecida... Na maioria das vezes -q)

[Desenhos + Novidades(?)] Cosplayando The Legend of Zelda!

Olá, pessoas divas! Tudo bem?
*Leva pedradas*
Geeeeeeeeeeete! Desculpa mesmo pelo blog estar paradão D:
Não é nem a falta de tempo (Porque eu tive de sobra nas férias e vejam só... As aulas já voltaram e eu não fiz porcaria nenhuma -q), mas sei lá, acho que nem "art block" define. Tipo, eu estou com a minha pasta cheia de desenhos e tiras inacabadas -q É eu sei, eu mereço levar um tapa. -qq
Mas me bate um desânimo e uma preguiça... Não tô mais com a mesma empolgação pra desenhar como antes, mas lógico que vira e mexe eu sempre tento pegar no lápis pra não enferrujar. Mas sabe como é... Tá difícil -q
Mas eu vou me esforçar e criar vergonha na cara.

Sobre as novidades... Deixe-me ver.
  • Como podem ver o blog tá de cara nova, e ainda vou ter que arrumar umas coisas :v
  • Meu irmão entrou para a equipe :')
  • Tô aceitando sugestões de matérias para o blog, inclusive de um novo mascote para fazer dupla com a Yuukizinha :>
  • Ah, não sei se conta. Mas bom... É uma novidade, né? Eu tô ruiva :v